quarta-feira, 5 de setembro de 2012

No início todo amor é carnaval, mas não tem nada de sobrenatural, depois de certo ponto todo amor vira natal.

Não é pra desanimar, mas todo final de semana te leva a uma segunda feira, é normal, e passa, vai passando sem pressa, e acontece tudo sem que seja percebido, o amor é o pior bandido, leva tudo e te deixa em perigo, você só, pensa em pedir socorro, olha pra qualquer um e sem medir esforço, se atira. No tiro sem rastro de bala, fica só o cheiro de pólvora, que queima a roupa e alma, mas não fere a carne, por isso logo logo se torna invisível.
Invisível é o amor que estou sentindo agora, não tem quem e é sem controle, diverte o meu dia.
Pensamentos desperdiçados em você...
Seja lá quem é você, tomou todo o controle, não sei se vou ou se fico, mas fico pensando em você.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Rapidamente meus olhos se encheram de lagrimas, e agora o hoje o ontem e o amanhã não fazem diferença, não tente me comover, eu sei lá onde andastes. Fique bem, me deixe bem.

domingo, 19 de agosto de 2012


Tem dias que são bem mais fáceis, as horas passam mais rápidas e quase não tenho tempo de pensar, mas o domingo é um castigo pra um coração ferido. Eu tenho muita coisa pra botar pra fora, pois não faz bem guardar magoas, e eu estou tão magoada com coisas que já não cabem mais em nada, não tenho mais nem razão. Mas é muito estranho viver imaginando tanta coisa e depois ver que não passou de imaginação mesmo, é quase um murro no estomago literalmente, porque a dor é localizada nessa região, do mesmo modo que são com as borboletas no começo. Me perco fazendo juramentos, promessas que no final não vão dar em nada, mas só pra me manter norteada numa nova direção, e fujo completamente do meu mundo, do meu jeito, de minhas satisfações...
Satisfaço-me em ter uma razão pra saltitar de alegria, bagunçar o coração, mas se pra sempre terminar desse jeito, eu não quero mais nunca essa ilusão. Sou alienada nessas ondas de coração. Preciso viver apaixonada, como precisar de ar pra respirar, mas sem amor não adianta nada, não consigo mais estar enamorada, nada nem ninguém tapa esse rombo, parece bobagem, mas é difícil superar, e enfrentar o desconforto de ter que tentar outros lances, pra ver se mudo o assunto, ou se crio algo mais original, é um castigo. Eu sei mais do que ninguém que tudo isso um dia passa, mas não custava nada ser hoje, e pra falar a verdade, por quem eu sofro nem me vale, nunca foi o que me contou.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Nada do que me falem agora vai mudar o fato de que eu estou só, e antes de ser declarado eu pressentir o ato e tentei fingir que era uma besteira, só mais uma cena pra eu não perder o habito de te sentir distante por ser reservado enquanto eu abafada, não me aguento calada, espalho aos quatro cantos que I love you ♥ e mais nada. Eu tô evitando o travesseiro, por isso perdi o sono e acho que é pra sempre.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Primeiro a gente morre de amor depois a gente morre de dor.


Eu vou fechar as portas, vou trancar as janelas, vou acender as velas, vou velar o amor que passou, o amor que se foi, me deixou em pedaços, me fez transbordar um riacho de tanto chororô...
Depois vou mudar o meu gosto, e vou gostar do que é oposto, pra ver se ganho meu posto partindo do pressuposto de que eu ainda tenho um bem querer...
Não vou dizer quem eu sou, nem vou contar a minha dor, só vou dizer não senhor, não se sinta a vontade, que eu não tenho vontade de te conhecer de verdade...
Vou querer ser anormal, vou destruir a moral, vou acabar com o ideal, vou evitar ser legal, vou cobiçar o material, vou parecer ser banal...
Volúpia, vou matar minha dor.

Eu deveria querer sossego! Mas como sossegar se mais parece um liquidificador batendo tudo por dentro? A minha vontade é de chutar o pau da barraca e sair por ai dando uma de dar sem medo, mas não é do meu feitio. Eu quero mesmo é me curar, só que pra isso não tem Mertchiolate, nem Sonrisal não tem Engove antes nem depois que dê jeito, fica tudo exposto ao tempo, e eu duvido que nessas horas o tempo passe ligeiro.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Eu sei que a felicidade é um estado de espirito único, pessoal e intrasferível, ouço dizer o tempo todo que ninguém pode buscar a felicidade no outro se não achar ela dentro de si, e já acreditei por diversas vezes ter o poder de fazer as pessoas a minha volta mais felizes, mas hoje eu queria dizer que não sei, não acredito em nada que já ouvir dizer sobre coisa alguma, porque realmente me sinto tão feliz ao lado dele. Não que seja triste quando ele não está, mas é como se não existisse o não estar ao lado dele, pois eu o levo á todo momento, em todo lugar, e é tão estranho me imaginar assim, vulnerável a milhares de mudanças, mudanças essas que confundem ou esclarece, que transforma e amadurece que estabiliza e esmorece que se cala sem falar nada, que deixa tudo em paz e parece que é guerra. A cabeça que não para nunca fica rodopiando procurando sarna, sarna pra se coçar, como diz o velho deitado, pois tudo que coça incomoda, e o que incomoda nunca se esquece, e o medo de ser esquecida é tão louco quanto o medo de estar procurando a felicidade no lugar errado, da maneira incorreta, do jeito que todo mundo sempre diz que não está certo se fiar.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Relatividade

O início é uma inspiração, o meio é declaração, o fim é um desabafo.

O início é uma declaração, o meio é inquietação, o fim é um descanso bem dado.

O início é uma inquietação, o meio é um marasmo total, o fim é outro passo.

O início é o outro passo, o meio é a montanha russa, o final é a queda de braço.

O início é a montanha russa, o meio é uma inspiração, o fim é uma declaração.

O início é um descanso bem dado, o meio é a queda de braço, o fim é um marasmo total.

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